Shopping é sempre uma solução para aqueles dias que "perdemos" a hora de almoçar e já não encontramos nada mais aberto... O Shopping está sempre aberto nestas horas de aperto! E, por que não aproveitar que estamos no Shopping e irmos comer um japa? Inaugurando mais um post temático, vou chamá-lo de Japa de Shopping e, sempre que for em um deles, seja restaurante, seja fast-food, vou postando as sequências aqui!
Um tempão depois de ter ido ao Nashi do Shopping Dom Pedro, lembrei que ele merecia um post aqui no Palitando...
O Nashi está localizado no Shopping Parque Dom Pedro, na entrada das Águas (antigo TGI Friday's). Como o site deles (www.nashi.com.br) parece estar com problemas, segue o link deles no site do Shopping: http://www.parquedpedro.com.br/index.php?option=com_loja&view=loja&Itemid=21&codloja=164017.
De início, o Nashi não me impressionou. Claro que tem uma bela decoração, um jardim japonês lindo, mas por estar no Dom Pedro, eu não esperava muito de lá, inclusive imaginava que deveria ser uma facada! Mas não. O Nashi é um restaurante que está sempre cheio, acredito que pela boa combinação custo-benefício. Fui lá para almoçar durante a semana e fiquei surpresa com a quantidade de pessoas... Porém o Nashi suporta essa lotação, pois o salão é bem grande, com várias mesas e ainda tem um segundo andar.
O cardápio e o sistema de rodízio lembram (e muito) o já elogiado Matsu, com exceção dos sashimis, que são cobrados à parte. O que não deixa de ser uma boa, já que o buffet self service já tem muitas opções. É notável a preocupação da gerente (ou dona?) do Nashi, que parece estar sempre em cima dos pratos pra ver se está tudo perfeito...
Gostei bastante de tudo: guioza firme, shimeji no ponto, sushis variados e sempre repostos, pratos quentes saborosos, as mesmas saladinhas do Matsu (com camarão, lula, polvo e salmão)... Só não fui muito fã do hot roll doce (com recheio de banana ou morango), achei um pouco estranho demais, doce demais pra misturar com os demais...
No geral, o Nashi se mostrou uma ótima opção de japa no Shopping, muito melhor que ir à praça de alimentação. Entre "fingir" que come um japa no fast-food, por pouca diferença você desfruta de um almoço completo, com direito à sobremesa! Experimente!
quarta-feira, 2 de março de 2011
quarta-feira, 23 de fevereiro de 2011
Um japonês diferente - Ryuu Campinas
Hoje o restaurante da vez é o Ryuu, que podemos chamar de novidade (se compararmos com os tradicionais Matsu e Shogun já comentados aqui), mas que não é mais uma novidade, pois está quase completando 2 anos em Campinas. Mas copiei o slogan deles, porque tenho que concordar que o Ryuu é um japonês diferente!
Localizado no Cambuí (Av. João Mendes Junior - 427 - http://www.ryuu.com.br), assim como os mais badalados da cidade, o Ryuu é uma ótima opção noturna tanto pela localização quanto pelo ambiente. Fica meio escondido no Cambuí, meio a mostra por ser ao lado da Av. Norte-Sul, fora o ambiente interno muito bem decorado e aconchegante, com diversos tipos de ambientes (deck, balcão, mesa e tatame) por isso tem um quê de jantarzinho romântico e ao mesmo tempo pode ser um happy hour com amigos.
O esquema no Ryuu não fica só diferente no ambiente e localização, também é diferenciado no cardápio: aqui não existe rodízio, pelo menos no nome! O rodízio do Ryuu é chamado de "Menu Degustação", mas tem mais a ver com o rodízio do que com degustação, pois os pratos podem ser repetidos a exaustão. Ou seja, a boa é que vem poucas peças de cada prato oferecido e você pode ir pedindo as repetições que quiser, sem sobra e sem desperdício. Eu acho ótimo, pois assim você come só o que quer e não fica com peso de deixar os menos desejados no prato.A degustação é dividida em diversos tipos também, sem sashimi, com 10 fatias ou ilimitado.
O que não dá pra perder: os mini temakis (tamanho ideal de temaki pra um rodízio/degustação, coisa quase impossível é me ver comendo temaki num rodizio devido ao tamanho regular), o salmão com crosta de gergelim (divino), shimeji na manteiga e um huramaki de salmão com cream cheese que é de matar! Não dá pra comer uma vez só... Ah e claro que os sushis e sashimis també valem a pena! Tudo muito fresco e gostoso.
Única desvantagem do Ryuu: não abrir aos domingos! Mas já que é uma das minhas sugestões noturnas, a crítica nem vale!
Localizado no Cambuí (Av. João Mendes Junior - 427 - http://www.ryuu.com.br), assim como os mais badalados da cidade, o Ryuu é uma ótima opção noturna tanto pela localização quanto pelo ambiente. Fica meio escondido no Cambuí, meio a mostra por ser ao lado da Av. Norte-Sul, fora o ambiente interno muito bem decorado e aconchegante, com diversos tipos de ambientes (deck, balcão, mesa e tatame) por isso tem um quê de jantarzinho romântico e ao mesmo tempo pode ser um happy hour com amigos.
O esquema no Ryuu não fica só diferente no ambiente e localização, também é diferenciado no cardápio: aqui não existe rodízio, pelo menos no nome! O rodízio do Ryuu é chamado de "Menu Degustação", mas tem mais a ver com o rodízio do que com degustação, pois os pratos podem ser repetidos a exaustão. Ou seja, a boa é que vem poucas peças de cada prato oferecido e você pode ir pedindo as repetições que quiser, sem sobra e sem desperdício. Eu acho ótimo, pois assim você come só o que quer e não fica com peso de deixar os menos desejados no prato.A degustação é dividida em diversos tipos também, sem sashimi, com 10 fatias ou ilimitado.
O que não dá pra perder: os mini temakis (tamanho ideal de temaki pra um rodízio/degustação, coisa quase impossível é me ver comendo temaki num rodizio devido ao tamanho regular), o salmão com crosta de gergelim (divino), shimeji na manteiga e um huramaki de salmão com cream cheese que é de matar! Não dá pra comer uma vez só... Ah e claro que os sushis e sashimis també valem a pena! Tudo muito fresco e gostoso.
Única desvantagem do Ryuu: não abrir aos domingos! Mas já que é uma das minhas sugestões noturnas, a crítica nem vale!
sexta-feira, 18 de fevereiro de 2011
Achados - Sites restaurantes japoneses em Campinas
Outro post hoje! Dessa vez é porque eu encontrei algumas outras boas refererências de sites com opiniões dos restaurantes japoneses de Campinas! sempre é bom variar nas opiniões né? Então, vamos lá para algumas dicas:
* Qype - http://www.qype.com.br/bra-campinas/categories/49-japoneses-e-sushi-in-campinas - qualquer um pode deixar sua opinião em um dos restaurantes cadastrados. O site abrange não só Campinas e vale para todos os tipos de culinária.
* Food Brasil - http://www.foodbrasil.com.br/campinas/cozinhas/japonesa.aspx - aqui também vale para várias cidades do Brasil e diversos tipos de culinária.
* Agito Campinas - http://www.agitocampinas.com.br/cadernos/orientais/193 - site mais conhecido pela divulgação das baladas também traz resenhas de restaurantes japoneses, porém na categoria "Orientais". Está um pouco desatualizado, mas serve de referência.
* Restaurantes Japoneses - http://www.restaurantesjaponeses.com.br/restaurantes/sp/campinas - esse é demais: só japas entram nessa lista! Você pode encontrar restaurantes do Brasil inteiro, ótimo em caso de uma viagem e não saber onde jantar. Não tem muitas opiniões, mas tem diversos links com as redes sociais.
Bom, acho que vale a dica! Eu estou usando bastante esses sites, então recomendo!
* Qype - http://www.qype.com.br/bra-campinas/categories/49-japoneses-e-sushi-in-campinas - qualquer um pode deixar sua opinião em um dos restaurantes cadastrados. O site abrange não só Campinas e vale para todos os tipos de culinária.
* Food Brasil - http://www.foodbrasil.com.br/campinas/cozinhas/japonesa.aspx - aqui também vale para várias cidades do Brasil e diversos tipos de culinária.
* Agito Campinas - http://www.agitocampinas.com.br/cadernos/orientais/193 - site mais conhecido pela divulgação das baladas também traz resenhas de restaurantes japoneses, porém na categoria "Orientais". Está um pouco desatualizado, mas serve de referência.
* Restaurantes Japoneses - http://www.restaurantesjaponeses.com.br/restaurantes/sp/campinas - esse é demais: só japas entram nessa lista! Você pode encontrar restaurantes do Brasil inteiro, ótimo em caso de uma viagem e não saber onde jantar. Não tem muitas opiniões, mas tem diversos links com as redes sociais.
Bom, acho que vale a dica! Eu estou usando bastante esses sites, então recomendo!
Tirado do baú - Shogun House Cambuí
Mais uma vez vou voltar no tempo, tirar o pó dos pensamentos e relatar um dos restaurantes japoneses mais antigos e tradicionais de Campinas: o Shogun House (Rua Conceição - 800 Cambuí, próximo ao Centro de Convivência). Não encontrei o website deles, de tão tradicionais acho que eles nem tem! (Uma pena, pois geralmente após um post eu envio um email ou uma comunicação no site do restaurante, pois acredito que estou aqui pra contribuir com cada um deles! Dessa vez vou ter que ir ao restaurante deixar a minha opinião, à tradicional mesmo... rs)
Eu me lembro do Shogun desde os primórdios da minha adolescência em Campinas, quando ainda falava "eca" pra comida japonesa e só sabia da existência do restaurante devido às minhas idas à Feira Hippie no Centro de Convivência e a casa de sobremesas que tinha em frente (hoje é um Fran's Café). Sempre tive a imagem de um restaurante pequeno e bem tradicional e, quando você vai lá pela primeira vez, é isso mesmo que você comprova: o Shogun é pequeno, tem poucas mesas disponíveis e tatames menos ainda. Se você chegar lá muito tarde é bem capaz que tenha que esperar do lado de fora, pois nem área de espera ele tem. E a comida é super tradicional, nada de peripécias gastronômicas igual vemos em muitos restaurantes hoje em dia. O Shogun é para aqueles que gostam de qualidade aliada à tradição, onde come-se muito bem a preços atrativos.
A dica pra quem vai ao Shogun é, como sempre, o rodízio, pois pode-se experimentar um pouco de tudo por um preço ótimo (se não me engano sai por volta de R$ 31,90). Na hora do almoço eles também servem excelentes pratos executivos por R$ 13,90. Que eu me lembre, o melhor tempurá que já comi foi lá! Não esqueço dele!
Gostaria de estar mais atualizada neste post, mas faz um bom tempo que não vou ao Shogun, com tantas novidades pipocando pela cidade. Mas com certeza ele tem um espaço especial na minha memória "comelística" (roubei essa palavra de uma amiga minha, adorei!), seja pela tradicionalidade, seja pelas boas lembranças de meus primeiros sushis! Quem sabe um dia desses vou lá dar uma atualizada e deixo o comentário por aqui!
Eu me lembro do Shogun desde os primórdios da minha adolescência em Campinas, quando ainda falava "eca" pra comida japonesa e só sabia da existência do restaurante devido às minhas idas à Feira Hippie no Centro de Convivência e a casa de sobremesas que tinha em frente (hoje é um Fran's Café). Sempre tive a imagem de um restaurante pequeno e bem tradicional e, quando você vai lá pela primeira vez, é isso mesmo que você comprova: o Shogun é pequeno, tem poucas mesas disponíveis e tatames menos ainda. Se você chegar lá muito tarde é bem capaz que tenha que esperar do lado de fora, pois nem área de espera ele tem. E a comida é super tradicional, nada de peripécias gastronômicas igual vemos em muitos restaurantes hoje em dia. O Shogun é para aqueles que gostam de qualidade aliada à tradição, onde come-se muito bem a preços atrativos.
A dica pra quem vai ao Shogun é, como sempre, o rodízio, pois pode-se experimentar um pouco de tudo por um preço ótimo (se não me engano sai por volta de R$ 31,90). Na hora do almoço eles também servem excelentes pratos executivos por R$ 13,90. Que eu me lembre, o melhor tempurá que já comi foi lá! Não esqueço dele!
Gostaria de estar mais atualizada neste post, mas faz um bom tempo que não vou ao Shogun, com tantas novidades pipocando pela cidade. Mas com certeza ele tem um espaço especial na minha memória "comelística" (roubei essa palavra de uma amiga minha, adorei!), seja pela tradicionalidade, seja pelas boas lembranças de meus primeiros sushis! Quem sabe um dia desses vou lá dar uma atualizada e deixo o comentário por aqui!
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terça-feira, 15 de fevereiro de 2011
Batalha das Temakerias (parte II) - Makis Place Campinas
Continuando os posts sobre as temakerias, não poderia deixar a Makis Place de lado, já que é uma das que mais freqüento, pela proximidade de casa. A Makis é uma franquia com diversos endereços (confira em http://www.makis.com.br/) espalhados em Campinas e região. Por ser uma franquia, os restaurantes seguem um padrão idêntico, seja na arquitetura, seja no cardápio.
Minha primeira experiência no Makis não foi muito agradável. Acredito que por ter sido muito próximo à inauguração, o pessoal ainda não estava bem treinado e o atendimento muito lento e enrolado. Tudo bem era apenas o começo da filial!
Apesar disso, o Makis dispõe de um vasto cardápio com diversas combinações inusitadas, incluindo salmão defumado, truta salmão, temakis quentes, vegetarianos e a exclusividade Flokis (que usa flocos de arroz ao invés de arroz nos temakis). Destaque para as combinações campeãs:
* Mix de peixes Abacate: uma mistura de truta salmão, atum, peixe branco e abacate. Ótimo quando você está na dúvida entre um peixe e outro. Também há a versão sem abacate.
* Crispy Tuna: atum fresco, cream cheese, tabasco e flocos de arroz. Picante.
* Defumado Mix: diferente mistura de salmão fresco defumado, dill, queijo brie e alcaparras. Uma delícia!
* Nachomaki: temaki mexicano de salmão, tabasco e nachos (ou Doritos), que dão uma crocância especial ao temaki. Também picante.
* Shimeji: temaki quente recheado apenas com shimeji na manteiga. Diferente pela temperatura!
* Salmão Cream (não podia faltar o meu predileto): o tradicional salmão com cream cheese e cebolinha, com um toque de gergelim (que é o diferencial!). Sempre peço esse...
Na hora do almoço, vale a dica dos combos, que ficam mais em conta e vêm com uma mini sunomomo e alguns rolls. Ótima pedida.
Os preços são um pouco altos em comparação com outras temakerias e o tamanho dos temakis é normal, sendo possível comer dois por vez, até três dependendo da sua fome. A vantagem é que tem em qualquer lugar, não só em Campinas, mas também em Valinhos e São Paulo (aos montes por lá). E, como já fui em diversos Makis, pude comprovar que a qualidade de todos é bem parecida, sendo que os peixes estão sempre frescos.
Dica para o Makis: investir no treinamento e retenção de seus funcionários, pois parece que estão sempre mudando e a qualidade do serviço prestado deixa sempre um pouco a desejar. O conceito de fast-food não é muito bem compreendido por aqui! Mas, na dúvida, está valendo!
Minha primeira experiência no Makis não foi muito agradável. Acredito que por ter sido muito próximo à inauguração, o pessoal ainda não estava bem treinado e o atendimento muito lento e enrolado. Tudo bem era apenas o começo da filial!
Apesar disso, o Makis dispõe de um vasto cardápio com diversas combinações inusitadas, incluindo salmão defumado, truta salmão, temakis quentes, vegetarianos e a exclusividade Flokis (que usa flocos de arroz ao invés de arroz nos temakis). Destaque para as combinações campeãs:
* Mix de peixes Abacate: uma mistura de truta salmão, atum, peixe branco e abacate. Ótimo quando você está na dúvida entre um peixe e outro. Também há a versão sem abacate.
* Crispy Tuna: atum fresco, cream cheese, tabasco e flocos de arroz. Picante.
* Defumado Mix: diferente mistura de salmão fresco defumado, dill, queijo brie e alcaparras. Uma delícia!
* Nachomaki: temaki mexicano de salmão, tabasco e nachos (ou Doritos), que dão uma crocância especial ao temaki. Também picante.
* Shimeji: temaki quente recheado apenas com shimeji na manteiga. Diferente pela temperatura!
* Salmão Cream (não podia faltar o meu predileto): o tradicional salmão com cream cheese e cebolinha, com um toque de gergelim (que é o diferencial!). Sempre peço esse...
Na hora do almoço, vale a dica dos combos, que ficam mais em conta e vêm com uma mini sunomomo e alguns rolls. Ótima pedida.
Os preços são um pouco altos em comparação com outras temakerias e o tamanho dos temakis é normal, sendo possível comer dois por vez, até três dependendo da sua fome. A vantagem é que tem em qualquer lugar, não só em Campinas, mas também em Valinhos e São Paulo (aos montes por lá). E, como já fui em diversos Makis, pude comprovar que a qualidade de todos é bem parecida, sendo que os peixes estão sempre frescos.
Dica para o Makis: investir no treinamento e retenção de seus funcionários, pois parece que estão sempre mudando e a qualidade do serviço prestado deixa sempre um pouco a desejar. O conceito de fast-food não é muito bem compreendido por aqui! Mas, na dúvida, está valendo!
Batalha das Temakerias (parte I) – Shoubai Temakeria Cambuí
(Este post era pra ter acontecido em 14/02/2011, por problemas do Blogger não ocorreu!)
Tenho notado que, além dos milhares de restaurantes japoneses que Campinas ganhou nos últimos dois anos, há mais ou menos um ano o fast-food invadiu também este tipo de culinária, nas recém criadas temakerias. Opção rápida e saudável, aberta a qualquer hora (geralmente vão até de madrugada, bem melhor sair da balada e mandar um temaki do que um lanchão cheio de gordura, aff!) esse tipo de restaurante/lanchonete mostra que veio pra ficar. Por isso criei a "batalha das temakerias", onde vou em cada post mostrar a minha percepção das opções campineiras.
Começo mais uma vez pela última percepção: a temakeria Shoubai (Rua Coronel Quirino, 1744 http://www.shoubai.com.br), que já fez aniversário em Campinas e eu não conhecia, até ontem! Ao chegar, já notei a agitação de um domingo a noite, com vários carro estacionados em frente (melhor parar na Rua dos Bandeirantes ou no quarteirão anterior). Ao chegar na porta do Shoubai, só confirmei a lotação esperada: apesar de ser maior que muitas outras temakerias em Campinas, todas as mesas estavam cheias, por sorte uma mesa vagou bem na hora, então nem tivemos que esperar.
Cardápio variado, preços bons (valores começam em cerca R$ 8,00), opções para os que não gostam de comida japonesa (temakis brasileiros, que são feitos com pão folha ao invés de alga), opções vegetarianas, sushis, sashimis, rodízio de temaki e happy hour nos dias de semana. Pra testar, sempre vou no meu preferido: salmão, cream cheese e cebolinha. Já pedi imaginando a demora, pois tinha muita gente! E pra minha surpresa, foi super rápido! (Nota 10 pro atendimento e por seguir o conceito do fast food, que é o que esperamos quando vamos a uma temakeria).
Outra (boa) surpresa: o tamanho do temaki. Gigante! Muito recheio, arroz na medida, alga crocante. Nota 10. Inclusive foi a primeira vez que eu fui em uma temakeria e não pedi o segundo, porque já estava muito satisfeita!
Na hora de ir embora até levei um repeteco pra viagem (não pra mim, pro namorado!) e mais uma surpresa: não cobram embalagem pra viagem. Isso é outro diferencial do Shoubai com relação às outras temakerias que conheço em Campinas. Nota 10 de novo!
E nenhum contra? Quase que o Shoubai ficou sem nenhuma crítica, só vimos na hora de ir embora e até comentamos com o dono: a marca de cerveja oferecida não é das melhores, mas como temaki não combina com cerveja (no meu gosto!), nem vale como crítica!
Parabéns ao Shoubai e voltarei mais vezes com toda certeza!
sexta-feira, 11 de fevereiro de 2011
Voltando às origens - Matsu Cambuí
Firme e forte no projeto do blog, resolvi abordar no post de hoje uma nostalgia...
Um dos restaurantes que eu mais frequentei quando não havia a febre japa em Campinas foi o Matsu do Cambuí (Rua Padre Almeida, 669, http://www.matsurestaurante.com.br/). Tradicional opção em Campinas, o Matsu foi eleito pela revista Veja o melhor restaurante oriental da cidade em 2009. Nessa época, eu já era freqüentadora assídua do Matsu, porém da filial do Taquaral (Rua Paula Bueno, 280), que confesso que deixei de freqüentar depois da abertura da filial do Cambuí. No início, nem dava pra entender como as duas eram do mesmo dono, pois tinham estilos completamente diferentes. Como há muitos anos não vou ao Matsu do Taquaral, prefiro não fazer comentários, só me lembro que era muito diferente! (Quem sabe o blog não é uma oportunidade de me redimir e voltar a freqüentar a unidade?)
Por que ir ao Matsu? Eu ainda acho que o modelo de festival oferecido no Matsu do Cambuí é completamente diferente dos demais restaurantes japoneses, mesmo comparando com a outra filial do Matsu no Iguatemi (Av. Iguatemi, 777), onde fui jantar já tem um tempo e constatei a permanência desta diferenciação. No Matsu do Cambuí, quase tudo está disposto na mesa do buffet, inclusive os sashimis, permitindo escolha livre e ilimitada. Tudo é trocado com freqüência, as barcas sempre estão cheias e frescas. Além dos tradicionais sushis e sashimis, ainda estão no buffet o shimeji, yakissoba, rolinhos primavera, salmão grelhado, guioza, tempura e outros. Destaque para as saladas: além da tradicional sunomomo, saladas frias que misturam salsão, macarrão de arroz, salmão, polvo, lula e outros ingredientes inusitados com temperos deliciosos... Vale reservar espaço no prato! Além de tudo isso, garçons passam servidos gigantes camarões empanados (ok, para o padrão campineiro, 400km da praia, são gigantes). (Água na boca...)
Se parece que terminou (pra mim, depois de umas duas ou três visitas ao buffet, geralmente parou por aí) ainda tem a sobremesa, incluída no festival. Sempre tem salada de fruta e um doce, que pode ser pudim de leite ou pavê de chocolate.
Com relação à infraestrutura, o Matsu não deixa a desejar. Apesar de ser no Cambuí, como fica no final da Padre Almeida num ponto mais tranqüilo e com manobrista na porta, não tem stress pra estacionar. Se puder escolher onde sentar, fique com o jardim (só evite se estiver muito quente). Também gosto bastante do tatame (tem uma sala imensa só de tatames), mas tem o problema de, toda hora que for se servir, é um põe e tira de sapato sem fim... Fuja se estiver numa turma grande.
Desvantagens do Matsu? De cara posso citar o preço. A última vez que fui no Matsu (em um almoço de final de semana) lembro que o valor cobrado passava dos R$ 50 por pessoa. Caro, mas vale a pena para ocasiões especiais...
Um dos restaurantes que eu mais frequentei quando não havia a febre japa em Campinas foi o Matsu do Cambuí (Rua Padre Almeida, 669, http://www.matsurestaurante.com.br/). Tradicional opção em Campinas, o Matsu foi eleito pela revista Veja o melhor restaurante oriental da cidade em 2009. Nessa época, eu já era freqüentadora assídua do Matsu, porém da filial do Taquaral (Rua Paula Bueno, 280), que confesso que deixei de freqüentar depois da abertura da filial do Cambuí. No início, nem dava pra entender como as duas eram do mesmo dono, pois tinham estilos completamente diferentes. Como há muitos anos não vou ao Matsu do Taquaral, prefiro não fazer comentários, só me lembro que era muito diferente! (Quem sabe o blog não é uma oportunidade de me redimir e voltar a freqüentar a unidade?)
Por que ir ao Matsu? Eu ainda acho que o modelo de festival oferecido no Matsu do Cambuí é completamente diferente dos demais restaurantes japoneses, mesmo comparando com a outra filial do Matsu no Iguatemi (Av. Iguatemi, 777), onde fui jantar já tem um tempo e constatei a permanência desta diferenciação. No Matsu do Cambuí, quase tudo está disposto na mesa do buffet, inclusive os sashimis, permitindo escolha livre e ilimitada. Tudo é trocado com freqüência, as barcas sempre estão cheias e frescas. Além dos tradicionais sushis e sashimis, ainda estão no buffet o shimeji, yakissoba, rolinhos primavera, salmão grelhado, guioza, tempura e outros. Destaque para as saladas: além da tradicional sunomomo, saladas frias que misturam salsão, macarrão de arroz, salmão, polvo, lula e outros ingredientes inusitados com temperos deliciosos... Vale reservar espaço no prato! Além de tudo isso, garçons passam servidos gigantes camarões empanados (ok, para o padrão campineiro, 400km da praia, são gigantes). (Água na boca...)
Se parece que terminou (pra mim, depois de umas duas ou três visitas ao buffet, geralmente parou por aí) ainda tem a sobremesa, incluída no festival. Sempre tem salada de fruta e um doce, que pode ser pudim de leite ou pavê de chocolate.
Com relação à infraestrutura, o Matsu não deixa a desejar. Apesar de ser no Cambuí, como fica no final da Padre Almeida num ponto mais tranqüilo e com manobrista na porta, não tem stress pra estacionar. Se puder escolher onde sentar, fique com o jardim (só evite se estiver muito quente). Também gosto bastante do tatame (tem uma sala imensa só de tatames), mas tem o problema de, toda hora que for se servir, é um põe e tira de sapato sem fim... Fuja se estiver numa turma grande.
Desvantagens do Matsu? De cara posso citar o preço. A última vez que fui no Matsu (em um almoço de final de semana) lembro que o valor cobrado passava dos R$ 50 por pessoa. Caro, mas vale a pena para ocasiões especiais...
quinta-feira, 10 de fevereiro de 2011
2011 - Palitando de cara nova!
2010 se foi (já faz mais de um mês!) e 2011 começou (também a mais de um mês!)... Umas das minhas resoluções de ano novo foi retomar os posts do blog com mais frequência e, 40 dias depois do brinde com champagne, nada! Nem um post sequer... Parece até que eu parei de ir nos restaurantes japas!!! E olha que isso não aconteceu! Aliás, do final do ano pra cá até que eu aumentei consideravelmente as minhas idas aos japas...
A falta de tempo (sempre ela) era a desculpa constante... Mas agora, sem emprego "carteira assinada" a uma semana (e muito feliz diga-se de passagem!) estou com mais tempo para me dedicar ao que realmente gosto e escrever é um deles! Ir comer no japa também está na minha lista de preferências... rs
O primeiro passo foi mudar a cara do Palitando, que não havia mudado nada desde que eu abri o blog. O design antigo dele foi feito na brincadeira, só pra ver como funcionava. Agora, com o desenho e o logo já deu outra cara!
Créditos para o desenho: http://www.marcofelix.com.br
Agora é voltar no tempo e atualizar os posts! Com a listinha dos últimos japas que eu fui, vou pôr a resolução de ano novo em prática! Enjoy!
A falta de tempo (sempre ela) era a desculpa constante... Mas agora, sem emprego "carteira assinada" a uma semana (e muito feliz diga-se de passagem!) estou com mais tempo para me dedicar ao que realmente gosto e escrever é um deles! Ir comer no japa também está na minha lista de preferências... rs
O primeiro passo foi mudar a cara do Palitando, que não havia mudado nada desde que eu abri o blog. O design antigo dele foi feito na brincadeira, só pra ver como funcionava. Agora, com o desenho e o logo já deu outra cara!
Créditos para o desenho: http://www.marcofelix.com.br
Agora é voltar no tempo e atualizar os posts! Com a listinha dos últimos japas que eu fui, vou pôr a resolução de ano novo em prática! Enjoy!
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quarta-feira, 29 de dezembro de 2010
Em busca do japa perfeito - parte 03 - Aô (Valinhos)
(Mil anos depois, a história continua!)
... quando uma das minhas amigas ficou sabendo do Aô, restaurante que, segundo a informação que ela recebeu, era o mais novo reduto do nosso querido sushiman Ceará (aquele mesmo do Mori Vinhedo). Sem dúvida alguma, rumamos para lá, conhecer este novo point.
Chegando no Aô (Rua Itália - 442 - Centro - Valinhos - SP - http://www.aosushibar.com.br/), facilmente se estaciona na rua, a rua é movimentada por uma academia e uma igreja. O ambiente do Aô é dividido em três: externo para rua, interno e externo nos fundos. Dica: se estiver em grupo prefira os ambientes externos (caso não esteja frio, porque Valinhos é beeeem mais frio que Campinas). Se estiver em dupla/trio, prefira o balcão no interior do restaurante, assim você pode se deliciar com as maravilhas criativas do Ceará batendo um papo com o pai da criação. Não tem preço!
Falando de preços, compensa muito ir direto no festival, all inclusive, no limits... Quer coisa melhor? O preço também é bem justo, de acordo com o preço dos festivais que você vê por aí.
Sugestões no festival? Para começar: shitake ao invés do tradicional shimeji, tempurá de legumes e bolinho de peixe (divino!). Na hora do sushi, tenho váriaaaaaassss dicas, alguns nomes são de minha criação:
* Big-mac ou sanduba: sim, ele está de volta! Pasta de cream cheese com camarão entre dois pedaços de salmão skin crocantíssimos...
* Hot-rolls: quentinhos, delícia...
* Joe: o tradicional com salmão ao invés da alga...
* Tropicais: misturas insanas com frutas como carambola, abacaxi, morango, laranja, limão...
* Rolinho: sashimi de salmão enrolado com shimeji e molho taré... hmmm (estou ficando com fome!)
* Niguiri de camarão: um camarão perfeito em cima do bolinho de arroz... Affffeee é demais! É diferente de todos os que já comi (quando achei né, é um negócio raro!)
* Couve frita: acompanhamento de diversos sushis, é boa mesmo sozinha!!
Isso sem falar nos sashimis fresquíssimos, incluindo polvo!
E pensar que a sobremesa (tempurá de banana com calda de chocolate ou laranja) ainda está inclusa no preço do festival... Difícil não sair rolando do Aô!!
Ah e tantas outras... Temaki, por exemplo, acho que nunca consegui num festival, de tantas as opções que o Aô oferece, não sobra espaço pro meu queridinho Temaki... Mas tudo bem, vira e mexe eu vou em uma Temakeria!
Bom, é por essas e outras que o Aô é um dos meus restaurantes preferidos... E que vou falar dele constantemente, até porque já tenho um pré-post do cupom do Clube do Desconto que eu usei na semana passada!
... quando uma das minhas amigas ficou sabendo do Aô, restaurante que, segundo a informação que ela recebeu, era o mais novo reduto do nosso querido sushiman Ceará (aquele mesmo do Mori Vinhedo). Sem dúvida alguma, rumamos para lá, conhecer este novo point.
Chegando no Aô (Rua Itália - 442 - Centro - Valinhos - SP - http://www.aosushibar.com.br/), facilmente se estaciona na rua, a rua é movimentada por uma academia e uma igreja. O ambiente do Aô é dividido em três: externo para rua, interno e externo nos fundos. Dica: se estiver em grupo prefira os ambientes externos (caso não esteja frio, porque Valinhos é beeeem mais frio que Campinas). Se estiver em dupla/trio, prefira o balcão no interior do restaurante, assim você pode se deliciar com as maravilhas criativas do Ceará batendo um papo com o pai da criação. Não tem preço!
Falando de preços, compensa muito ir direto no festival, all inclusive, no limits... Quer coisa melhor? O preço também é bem justo, de acordo com o preço dos festivais que você vê por aí.
Sugestões no festival? Para começar: shitake ao invés do tradicional shimeji, tempurá de legumes e bolinho de peixe (divino!). Na hora do sushi, tenho váriaaaaaassss dicas, alguns nomes são de minha criação:
* Big-mac ou sanduba: sim, ele está de volta! Pasta de cream cheese com camarão entre dois pedaços de salmão skin crocantíssimos...
* Hot-rolls: quentinhos, delícia...
* Joe: o tradicional com salmão ao invés da alga...
* Tropicais: misturas insanas com frutas como carambola, abacaxi, morango, laranja, limão...
* Rolinho: sashimi de salmão enrolado com shimeji e molho taré... hmmm (estou ficando com fome!)
* Niguiri de camarão: um camarão perfeito em cima do bolinho de arroz... Affffeee é demais! É diferente de todos os que já comi (quando achei né, é um negócio raro!)
* Couve frita: acompanhamento de diversos sushis, é boa mesmo sozinha!!
Isso sem falar nos sashimis fresquíssimos, incluindo polvo!
E pensar que a sobremesa (tempurá de banana com calda de chocolate ou laranja) ainda está inclusa no preço do festival... Difícil não sair rolando do Aô!!
Ah e tantas outras... Temaki, por exemplo, acho que nunca consegui num festival, de tantas as opções que o Aô oferece, não sobra espaço pro meu queridinho Temaki... Mas tudo bem, vira e mexe eu vou em uma Temakeria!
Bom, é por essas e outras que o Aô é um dos meus restaurantes preferidos... E que vou falar dele constantemente, até porque já tenho um pré-post do cupom do Clube do Desconto que eu usei na semana passada!
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segunda-feira, 8 de novembro de 2010
Post flash - Ao Sushi Bar - Clube do Desconto
Galera este post eh flash: super desconto no Ao Sushi Bar em Valinhos (vou falar dele no meu proximo post) no site Clube do desconto (www.clubedodesconto.com.br/campinas)!
Corram q soh tem mais 48h pra comprar o seu cupom!
Jah garanti o meu pq sei q o Ao eh mtoooo bom!
(Mal pela pressa do post e sem teclado em portugues piora tudo, mas essa eu nao podia deixar passar, a promo vale mtooooo a pena)!
terça-feira, 2 de novembro de 2010
Em busca do japa perfeito - parte 02 - Mori (Vinhedo)
(continuação do post anterior - parte 01)
... por acaso eu fosse encontrar um Mori mais perto do meu novo lar, que não me obrigasse a ir para SP para matar a vontade... Sim, existia uma filial do Mori em Vinhedo, a aproximadamente 18 km de Campinas (aliás, para onde eu estava me mudando na época). Descobri por acaso mesmo, em uma das minhas últimas idas ao Mori da Melo Palheta quando fui abrir a proteção dos hashis lá estava o endereço (Rua Santos Dumont, 274 - Vinhedo - SP, mesmo site do Mori da Melo: http://www.morisushi1.com.br/)! Já fiquei mais aliviada e mais decidida ainda a mudar de emprego!
Um pouco complicado de encontrar o restaurante (não conheço Vinhedo muito bem), mas o Google Maps ajudou bastante! Sem ele, seria impossível chegar, até porque poucas pessoas conheciam o restaurante para poder nos dar informações...
Chegando lá, o local é o mesmo de um antigo restaurante japonês, segundo meus amigos que moram em Valinhos. Um restaurante pequeno, poucas mesas, mas, lá estava ele: o tão esperado balcão! :) oba, a essência do Mori estava ali!
Com relação a comida, não preciso nem entrar em muitos detalhes, pois a variedade, qualidade, criatividade e quantidade eram as mesmas encontradas no Mori de São Paulo, inclusive, os mesmos tipos que cheguei até a nomear (aliás, esqueci de comentá-los no outro post):
* "Sanduba" ou "Big Mac": uma pasta de salmão com cream chesse entre duas fatias de salmão skin fritinho;
* "Abacarambola": salmão moído com cebolinha sobre um quadradinho de abacaxi e coberto com uma estrelinha de carambola;
* "Shimeji Joe": o tradicional salmão Joe com recheio de shimeji;
Além destes, tinha a couve frita, que parecia estranha no começo, mas se mostrou como um dos melhores complementos a alguns sushis mais simplesinhos, hmm!
Ou seja, eu estava muito feliz porque o meu restaurante preferido estava muito perto de mim! Não é a toa que fui lá diversas vezes, aliás, sempre que me dava vontade. Até deixei os outros restaurantes de Campinas de lado por causa do Mori Vinhedo, apesar que muitas vezes confesso que a preguiça de ir até lá reinava, aí eu acabava me enganando com algum outro japa...
Mas, por que estou falando tudo no passado? Pois é, aconteceu uma coisa muito desagradável depois de um tempo de alta freqüência no Mori Vinhedo... Ia me encontrar com umas amigas, igualmente viciadas em comida japonesa (aliás, todas as vezes que marcamos encontros são em restaurantes japas e, ultimamente, era sempre no Mori) quando uma delas comentou que o Mori não estava mais do jeito que nós gostávamos tanto. Segundo ela, ela havia ido um dia lá quando descobriu que o sushiman (que sempre nos atendia e até nos conhecia de tanto que íamos lá)havia saído de lá...
Tristeza total... Nosso guru foi embora pra SP! E agora, como faríamos? Eu até topava ir no Mori novamente para comprovar com meus próprios olhos (ou papilas gustativas), mas as demais não. Ficamos a semana toda naquela dúvida: onde vamos? Foi quando... (continua no próximo post - parte 03)
PS: (Mori Vinhedo, gostaria muito de voltar aí e espero que vocês continuem com a mesma qualidade e variedade! Estou colocando vocês na história, mas sem críticas pessoais, até porque a última vez que freqüentei o restaurante de vocês foi ótima, mas infelizmente a propaganda negativa me levou a explorar outros restaurantes... Vou me programar para fazer a volta e tirar a limpo essa história, até pra fazer um novo post de vocês).
... por acaso eu fosse encontrar um Mori mais perto do meu novo lar, que não me obrigasse a ir para SP para matar a vontade... Sim, existia uma filial do Mori em Vinhedo, a aproximadamente 18 km de Campinas (aliás, para onde eu estava me mudando na época). Descobri por acaso mesmo, em uma das minhas últimas idas ao Mori da Melo Palheta quando fui abrir a proteção dos hashis lá estava o endereço (Rua Santos Dumont, 274 - Vinhedo - SP, mesmo site do Mori da Melo: http://www.morisushi1.com.br/)! Já fiquei mais aliviada e mais decidida ainda a mudar de emprego!
Um pouco complicado de encontrar o restaurante (não conheço Vinhedo muito bem), mas o Google Maps ajudou bastante! Sem ele, seria impossível chegar, até porque poucas pessoas conheciam o restaurante para poder nos dar informações...
Chegando lá, o local é o mesmo de um antigo restaurante japonês, segundo meus amigos que moram em Valinhos. Um restaurante pequeno, poucas mesas, mas, lá estava ele: o tão esperado balcão! :) oba, a essência do Mori estava ali!
Com relação a comida, não preciso nem entrar em muitos detalhes, pois a variedade, qualidade, criatividade e quantidade eram as mesmas encontradas no Mori de São Paulo, inclusive, os mesmos tipos que cheguei até a nomear (aliás, esqueci de comentá-los no outro post):
* "Sanduba" ou "Big Mac": uma pasta de salmão com cream chesse entre duas fatias de salmão skin fritinho;
* "Abacarambola": salmão moído com cebolinha sobre um quadradinho de abacaxi e coberto com uma estrelinha de carambola;
* "Shimeji Joe": o tradicional salmão Joe com recheio de shimeji;
Além destes, tinha a couve frita, que parecia estranha no começo, mas se mostrou como um dos melhores complementos a alguns sushis mais simplesinhos, hmm!
Ou seja, eu estava muito feliz porque o meu restaurante preferido estava muito perto de mim! Não é a toa que fui lá diversas vezes, aliás, sempre que me dava vontade. Até deixei os outros restaurantes de Campinas de lado por causa do Mori Vinhedo, apesar que muitas vezes confesso que a preguiça de ir até lá reinava, aí eu acabava me enganando com algum outro japa...
Mas, por que estou falando tudo no passado? Pois é, aconteceu uma coisa muito desagradável depois de um tempo de alta freqüência no Mori Vinhedo... Ia me encontrar com umas amigas, igualmente viciadas em comida japonesa (aliás, todas as vezes que marcamos encontros são em restaurantes japas e, ultimamente, era sempre no Mori) quando uma delas comentou que o Mori não estava mais do jeito que nós gostávamos tanto. Segundo ela, ela havia ido um dia lá quando descobriu que o sushiman (que sempre nos atendia e até nos conhecia de tanto que íamos lá)havia saído de lá...
Tristeza total... Nosso guru foi embora pra SP! E agora, como faríamos? Eu até topava ir no Mori novamente para comprovar com meus próprios olhos (ou papilas gustativas), mas as demais não. Ficamos a semana toda naquela dúvida: onde vamos? Foi quando... (continua no próximo post - parte 03)
PS: (Mori Vinhedo, gostaria muito de voltar aí e espero que vocês continuem com a mesma qualidade e variedade! Estou colocando vocês na história, mas sem críticas pessoais, até porque a última vez que freqüentei o restaurante de vocês foi ótima, mas infelizmente a propaganda negativa me levou a explorar outros restaurantes... Vou me programar para fazer a volta e tirar a limpo essa história, até pra fazer um novo post de vocês).
segunda-feira, 1 de novembro de 2010
Em busca do japa perfeito - parte 01 - Mori (Melo Palheta)
Estou a semanas enrolando pra escrever este post... Já arquitetei até a maneira que ele será feito, em três partes, para promover uma certa tensão na história... E no meio disso, vou entrar com dados e percepções de três restaurantes que já fui e um deles é hoje o meu predileto (opinião pessoal, mas vá lá e experimente)!
Vou me esforçar ao máximo para escrever os três posts em três dias, porque se eu deixar mais um dia pra trás, vou deixar este blog abandonado e não é essa a intenção!
Bom, acho que todos nós viciados em comida japonesa estamos sempre em busca do "japa perfeito", gíria utilizada para designar o restaurante japonês com a melhor qualidade e variedade e quantidade possível... Isso é uma árdua tarefa, visto a quantidade de restaurantes que achamos espalhados pelas cidades que moramos e visitamos. Aliás, sou da opinião que o melhor às vezes nem tem o melhor ambiente, a melhor localização ou o maior preço. E também que o melhor para um pode não ser o melhor para outro, ainda bem que existem opiniões diferentes!
Mas o restaurante que considerei por muito tempo o melhor apareceu por acaso, enquanto eu trabalhava em uma empresa que me fazia ir quase que todas as semanas a São Paulo, tarefa que eu não era muito fã no início, mas depois que descobri o Mori (Rua Melo Palheta, 284 - Perdizes - São Paulo - http://www.morisushi1.com.br/) mudei de idéia bem rápido! (Sei que este blog é de restaurantes em Campinas, mas eu preciso passar pelo Mori para contar essa história)!
Obs: Cuidado para não se confundir, há dois Mori's em São Paulo, este da Melo Palheta e outro em Moema (não conheço, mas já ouvi falar muito bem), mas os dois são bem diferentes!
O Mori é um daqueles pequenos restaurantes que você nem percebe que existe quando passa na frente (se passar, porque a rua onde ele fica é residencial, ou seja, escondido mesmo). Fica em uma casinha dessas com vários níveis, arquitetura muito comum em bairros como a Vila Madalena em SP e hoje geralmente são usadas com fins comerciais (lojinhas, escritórios). Então, não dá pra acreditar que tenha um japa lá dentro!
Dica 1: ao chegar, dirija-se diretamente ao andar inferior, é lá que fica o balcão, onde é servido um dos melhores rodízios da cidade de SP!
Dica 2: se for no almoço, chegue cedo. Quando digo cedo, é cedo mesmo, porque se você chegar 11:45h já vai ficar na fila de espera (que é longaaaaa). Se já estiver lá e não tiver paciência, peça uma mesa no andar superior (não é a mesma coisa que o balcão, mas estará valendo), mas já se programe para uma volta ao balcão!
Dica 3: é mais fácil ainda arrumar lugar se você estiver sozinho ou acompanhado de só mais uma pessoa, grupos grandes, além de ficar difícil manter uma conversa com todos em fila no balcão, costumam demorar muito mais.
Mas, por que no balcão? Geralmente não é o local do restaurante que eu costumo escolher, até porque acho meio desconfortável e não tão agradável quando se está em uma turma de mais de 3 pessoas... Mas, o pessoal que já conhecia insistiu que tinha que ser ali! Ok, vamos confiar em quem já conhece!
O balcão, que fica na parte mais baixa da casa, em uma espécie porão (mas calma, é tudo aberto e muito arejado!), tem formato "U", os sushimans ficam do lado de dentro e vão servindo os freqüentadores que se sentam em volta em bancos altos de madeira. Ou seja, você tem visão privilegiada do trabalho dos artistas do Mori, buscando os peixes frescos inteiros e fazendo verdadeiras obras de arte com os ingredientes tradicionais e também alguns inusitados. Tê-los ali na sua frente também facilita regular o tamanho das porções, pedir combinações e, claro, as repetições! Todos são sempre muito atenciosos e simpáticos, além de super criativos! Estejam preparados para ver (e provar!) sushis com molho de maracujá e laranja, frutas da época misturadas com salmão triturado e temakis sem arroz (é só pedir!), além de performances com maçaricos (só uma tostadinha no niguiri e você vai entender!). A palavra no Mori é a irreverência, combinações inusitadas e muito sabor! Além de ser TUDO a vontade, o que significa que você vai sair do Mori "sem conseguir dobrar".
O Mori era meu restaurante preferido nessa época de viagens constantes a São Paulo, porém, um dia eu resolvi mudar de emprego... O que, inevitavelmente, tornaria minhas idas ao Mori muito raras... Que tristeza! Massss, eu não esperava que... (continua no próximo post - parte 02)
Vou me esforçar ao máximo para escrever os três posts em três dias, porque se eu deixar mais um dia pra trás, vou deixar este blog abandonado e não é essa a intenção!
Bom, acho que todos nós viciados em comida japonesa estamos sempre em busca do "japa perfeito", gíria utilizada para designar o restaurante japonês com a melhor qualidade e variedade e quantidade possível... Isso é uma árdua tarefa, visto a quantidade de restaurantes que achamos espalhados pelas cidades que moramos e visitamos. Aliás, sou da opinião que o melhor às vezes nem tem o melhor ambiente, a melhor localização ou o maior preço. E também que o melhor para um pode não ser o melhor para outro, ainda bem que existem opiniões diferentes!
Mas o restaurante que considerei por muito tempo o melhor apareceu por acaso, enquanto eu trabalhava em uma empresa que me fazia ir quase que todas as semanas a São Paulo, tarefa que eu não era muito fã no início, mas depois que descobri o Mori (Rua Melo Palheta, 284 - Perdizes - São Paulo - http://www.morisushi1.com.br/) mudei de idéia bem rápido! (Sei que este blog é de restaurantes em Campinas, mas eu preciso passar pelo Mori para contar essa história)!
Obs: Cuidado para não se confundir, há dois Mori's em São Paulo, este da Melo Palheta e outro em Moema (não conheço, mas já ouvi falar muito bem), mas os dois são bem diferentes!
O Mori é um daqueles pequenos restaurantes que você nem percebe que existe quando passa na frente (se passar, porque a rua onde ele fica é residencial, ou seja, escondido mesmo). Fica em uma casinha dessas com vários níveis, arquitetura muito comum em bairros como a Vila Madalena em SP e hoje geralmente são usadas com fins comerciais (lojinhas, escritórios). Então, não dá pra acreditar que tenha um japa lá dentro!
Dica 1: ao chegar, dirija-se diretamente ao andar inferior, é lá que fica o balcão, onde é servido um dos melhores rodízios da cidade de SP!
Dica 2: se for no almoço, chegue cedo. Quando digo cedo, é cedo mesmo, porque se você chegar 11:45h já vai ficar na fila de espera (que é longaaaaa). Se já estiver lá e não tiver paciência, peça uma mesa no andar superior (não é a mesma coisa que o balcão, mas estará valendo), mas já se programe para uma volta ao balcão!
Dica 3: é mais fácil ainda arrumar lugar se você estiver sozinho ou acompanhado de só mais uma pessoa, grupos grandes, além de ficar difícil manter uma conversa com todos em fila no balcão, costumam demorar muito mais.
Mas, por que no balcão? Geralmente não é o local do restaurante que eu costumo escolher, até porque acho meio desconfortável e não tão agradável quando se está em uma turma de mais de 3 pessoas... Mas, o pessoal que já conhecia insistiu que tinha que ser ali! Ok, vamos confiar em quem já conhece!
O balcão, que fica na parte mais baixa da casa, em uma espécie porão (mas calma, é tudo aberto e muito arejado!), tem formato "U", os sushimans ficam do lado de dentro e vão servindo os freqüentadores que se sentam em volta em bancos altos de madeira. Ou seja, você tem visão privilegiada do trabalho dos artistas do Mori, buscando os peixes frescos inteiros e fazendo verdadeiras obras de arte com os ingredientes tradicionais e também alguns inusitados. Tê-los ali na sua frente também facilita regular o tamanho das porções, pedir combinações e, claro, as repetições! Todos são sempre muito atenciosos e simpáticos, além de super criativos! Estejam preparados para ver (e provar!) sushis com molho de maracujá e laranja, frutas da época misturadas com salmão triturado e temakis sem arroz (é só pedir!), além de performances com maçaricos (só uma tostadinha no niguiri e você vai entender!). A palavra no Mori é a irreverência, combinações inusitadas e muito sabor! Além de ser TUDO a vontade, o que significa que você vai sair do Mori "sem conseguir dobrar".
O Mori era meu restaurante preferido nessa época de viagens constantes a São Paulo, porém, um dia eu resolvi mudar de emprego... O que, inevitavelmente, tornaria minhas idas ao Mori muito raras... Que tristeza! Massss, eu não esperava que... (continua no próximo post - parte 02)
sábado, 16 de outubro de 2010
Promoção Clube Urbano - Click Sushi Campinas
Quem não gosta de uma boa promoção? Pra isso serve o cadastro no Clube Urbano (www.clubeurbano.com.br)! Me cadastrei outro dia e recebo todos os dias novas promoções por email, desde tratamentos estéticos até restaurantes (aham). E não é que teve uma promoção incrível: rodízio de sushi e sashimi no Click Sushi (Dr. Vieira Bueno - 293, Cambuí - no Twitter: http://twitter.com/clicksushicps) por R$ 17,90? Nem precisa dizer que em dois minutos comprei o voucher!
Pelo jeito, a promoção rendeu, porque, ao ligar para fazer a reserva (indispensável, segundo as orientações do voucher), fui informada que só teria vaga pra dali a um mês! Tudo bem, eu sou paciente e, por R$ 17,90? Tá mais do que valendo!
Ao chegar em um sábado, o movimento no local era tranqüilo, pelo o que parecia, quase todos estavam lá com seus vouchers. Na entrada, uma mensagem de que a reserva era obrigatória para os vouchers e limita a 55% da capacidade da casa. Justo!
Fomos encaminhadas para uma mesa no cantinho do restaurante, onde as cadeiras eram bancos sem encosto (um pouco desconfortável, mas, de novo, tá valendo!). Foi entregue um cardápio de uma página (acredito que era um cardápio especial para o rodízio Clube Urbano), com os pratos inclusos no combo. Sem muitas explicações (pra leigos, é um pouco difícil), pedimos para vir um pouco de tudo. Sunomono foi o primeiro a chegar, no ponto certo. Depois o shimeji, estava bom também! Na chegada dos sushis e sashimis, uma boa variedade dos tipos mais tradicionais, todos com o peixe bem fresco e arroz na medida. Nos pratos quentes, mais uma vez nos deliciamos, o hot roll estava quentinho, assim como os rolinhos primavera, guiozas e salmão grelhado. Ah só faltou o tempura de legumes... :( Fechamos com um temaki, pequeno, mas passível de repetição e, se não tivesse comido tanto nos quentes, teria pedido outro, estava bem equilibrada a relação arroz e salmão.
A conta foi a melhor hora, pois já havíamos pago os vouchers pelo Clube Urbano, então foi só pagar o serviço e as bebidas... Nem doeu!
Por ser uma rede, o Click Sushi cumpriu o papel: receitas tradicionais com qualidade e padrão de franquia. Local agradável, fácil acesso (porém péssimo para estacionar, melhor deixar o carro e ir a pé), comida boa e preço padrão de mercado (fora da oferta do Clube Urbano). O melhor? Ainda tenho outro voucher, então, a volta é certa!
Pelo jeito, a promoção rendeu, porque, ao ligar para fazer a reserva (indispensável, segundo as orientações do voucher), fui informada que só teria vaga pra dali a um mês! Tudo bem, eu sou paciente e, por R$ 17,90? Tá mais do que valendo!
Ao chegar em um sábado, o movimento no local era tranqüilo, pelo o que parecia, quase todos estavam lá com seus vouchers. Na entrada, uma mensagem de que a reserva era obrigatória para os vouchers e limita a 55% da capacidade da casa. Justo!
Fomos encaminhadas para uma mesa no cantinho do restaurante, onde as cadeiras eram bancos sem encosto (um pouco desconfortável, mas, de novo, tá valendo!). Foi entregue um cardápio de uma página (acredito que era um cardápio especial para o rodízio Clube Urbano), com os pratos inclusos no combo. Sem muitas explicações (pra leigos, é um pouco difícil), pedimos para vir um pouco de tudo. Sunomono foi o primeiro a chegar, no ponto certo. Depois o shimeji, estava bom também! Na chegada dos sushis e sashimis, uma boa variedade dos tipos mais tradicionais, todos com o peixe bem fresco e arroz na medida. Nos pratos quentes, mais uma vez nos deliciamos, o hot roll estava quentinho, assim como os rolinhos primavera, guiozas e salmão grelhado. Ah só faltou o tempura de legumes... :( Fechamos com um temaki, pequeno, mas passível de repetição e, se não tivesse comido tanto nos quentes, teria pedido outro, estava bem equilibrada a relação arroz e salmão.
A conta foi a melhor hora, pois já havíamos pago os vouchers pelo Clube Urbano, então foi só pagar o serviço e as bebidas... Nem doeu!
Por ser uma rede, o Click Sushi cumpriu o papel: receitas tradicionais com qualidade e padrão de franquia. Local agradável, fácil acesso (porém péssimo para estacionar, melhor deixar o carro e ir a pé), comida boa e preço padrão de mercado (fora da oferta do Clube Urbano). O melhor? Ainda tenho outro voucher, então, a volta é certa!
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sexta-feira, 15 de outubro de 2010
Novidade: Manzoku - Sousas
Para iniciar as minhas postagens específicas sobre os restaurantes japoneses, vou ter que voltar no tempo... Vou contar de restaurantes que já fui a tempos, começando pelo último, claro, pois a memória e o paladar estão fresquíssimos!!
Logo após o feriado, não resisti ao convite de ir a um japa... E por que não experimentar uma novidade? Apostei no restaurante Manzoku (Av. Antonio Carlos Couto de Barros, 1371 - http://www.manzokurestaurante.com.br/) em Sousas, bem em frente ao Casa Rio. Após o feriado, o movimento era tranqüilo e eu, que sempre passava em frente e nunca havia entrado, tive uma surpresa: local agradável, bem decorado, poucas mesas e um ótimo ambiente.
O cardápio já começou me agradando: várias opções de rodízio (com ou sem sashimi) e festival (tudo incluso), além dos pratos tradicionais e barcos, tudo bem explicado, nem precisamos pedir ajuda ao garçom. Na dúvida, sempre vou no rodízio, dá pra experimentar um pouco de tudo e sair satisfeita.
Gostei muito do esquema dos pratos quentes, todos dispostos em um bufê self-service, sem limite de consumo ao optar por qualquer um dos rodízios/festivais. Guioza, rolinho primavera, salmão grelhado, missoshiro, saladinhas e, o mais importante, shimeji na manteiga (aliás, o destaque do Manzoku, muito bem temperado e impossível de comer uma vez só). Nem preciso dizer que nos acabamos no shimeji, sempre reposto pelos atenciosos garçons na mesma qualidade.
Os sushis vem direto à mesa: combinações tradicionais feitas com peixe fresco e algas crocantes. Mais um destaque: salmão enrolado com recheio de shimeji, valeu a repetição! O temaki veio com a alga igualmente crocante e com MUITO salmão, perfeito!
O atendimento na mesa foi excelente, as solicitações de bebida e comida foram super rápidas. Nota 10 aos garçons e sushi-mans do Manzoku.
Com relação aos preços: justos, inclusive com opções mais baratas de "a vontade" para aquele período do mês mais apertado. Vale o que se paga!
Minha conclusão: Com a imensa quantidade de restaurantes japoneses espalhados pela cidade, o Manzoku apareceu, ganhou pontos e está na lista de restaurantes que eu voltaria com certeza!
Preciso voltar em um dia mais agitado, para ver como se comporta o atendimento e também o estacionamento, que em dias de balada no Casa Rio, deve ficar um pouco disputado. Mas a volta é certa e virará mais um post aqui no "Palitando".
Logo após o feriado, não resisti ao convite de ir a um japa... E por que não experimentar uma novidade? Apostei no restaurante Manzoku (Av. Antonio Carlos Couto de Barros, 1371 - http://www.manzokurestaurante.com.br/) em Sousas, bem em frente ao Casa Rio. Após o feriado, o movimento era tranqüilo e eu, que sempre passava em frente e nunca havia entrado, tive uma surpresa: local agradável, bem decorado, poucas mesas e um ótimo ambiente.
O cardápio já começou me agradando: várias opções de rodízio (com ou sem sashimi) e festival (tudo incluso), além dos pratos tradicionais e barcos, tudo bem explicado, nem precisamos pedir ajuda ao garçom. Na dúvida, sempre vou no rodízio, dá pra experimentar um pouco de tudo e sair satisfeita.
Gostei muito do esquema dos pratos quentes, todos dispostos em um bufê self-service, sem limite de consumo ao optar por qualquer um dos rodízios/festivais. Guioza, rolinho primavera, salmão grelhado, missoshiro, saladinhas e, o mais importante, shimeji na manteiga (aliás, o destaque do Manzoku, muito bem temperado e impossível de comer uma vez só). Nem preciso dizer que nos acabamos no shimeji, sempre reposto pelos atenciosos garçons na mesma qualidade.
Os sushis vem direto à mesa: combinações tradicionais feitas com peixe fresco e algas crocantes. Mais um destaque: salmão enrolado com recheio de shimeji, valeu a repetição! O temaki veio com a alga igualmente crocante e com MUITO salmão, perfeito!
O atendimento na mesa foi excelente, as solicitações de bebida e comida foram super rápidas. Nota 10 aos garçons e sushi-mans do Manzoku.
Com relação aos preços: justos, inclusive com opções mais baratas de "a vontade" para aquele período do mês mais apertado. Vale o que se paga!
Minha conclusão: Com a imensa quantidade de restaurantes japoneses espalhados pela cidade, o Manzoku apareceu, ganhou pontos e está na lista de restaurantes que eu voltaria com certeza!
Preciso voltar em um dia mais agitado, para ver como se comporta o atendimento e também o estacionamento, que em dias de balada no Casa Rio, deve ficar um pouco disputado. Mas a volta é certa e virará mais um post aqui no "Palitando".
quinta-feira, 14 de outubro de 2010
Por que escrever este blog?
Ultimamente tenho visto muitos blogs. Quando quero alguma ajuda, uma dica, uma informação rápida, quase sempre recorro ao Google e consulto diversos blogs sobre o assunto...
Era uma coisa que eu sempre quis fazer, mas não sabia sobre o que...
Pensei no que sei, no que gosto e onde eu poderia ser útil às pessoas assim como elas são úteis a mim!
Um dia, em mais uma de minhas buscas incessantes por restaurantes japoneses diferentes, me deparei com o fato: quase não existem blogs sobre o assunto, não em Campinas, minha cidade de nascimento e onde voltei a viver fazem alguns meses...
Aí pensei, por que não escrever um blog sobre um assunto que estou sempre pesquisando, experimentando e descobrindo novidades?
Assim nasceu o Palitando, de uma vontade de escrever e de informar os outros também amantes dessa culinária estupenda, que passou da moda para o gosto de pessoas de todos os cantos do mundo.
Espero que seja útil para vocês, estou aberta a comentários, sugestões e críticas!
Era uma coisa que eu sempre quis fazer, mas não sabia sobre o que...
Pensei no que sei, no que gosto e onde eu poderia ser útil às pessoas assim como elas são úteis a mim!
Um dia, em mais uma de minhas buscas incessantes por restaurantes japoneses diferentes, me deparei com o fato: quase não existem blogs sobre o assunto, não em Campinas, minha cidade de nascimento e onde voltei a viver fazem alguns meses...
Aí pensei, por que não escrever um blog sobre um assunto que estou sempre pesquisando, experimentando e descobrindo novidades?
Assim nasceu o Palitando, de uma vontade de escrever e de informar os outros também amantes dessa culinária estupenda, que passou da moda para o gosto de pessoas de todos os cantos do mundo.
Espero que seja útil para vocês, estou aberta a comentários, sugestões e críticas!
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