Continuando os posts sobre as temakerias, não poderia deixar a Makis Place de lado, já que é uma das que mais freqüento, pela proximidade de casa. A Makis é uma franquia com diversos endereços (confira em http://www.makis.com.br/) espalhados em Campinas e região. Por ser uma franquia, os restaurantes seguem um padrão idêntico, seja na arquitetura, seja no cardápio.
Minha primeira experiência no Makis não foi muito agradável. Acredito que por ter sido muito próximo à inauguração, o pessoal ainda não estava bem treinado e o atendimento muito lento e enrolado. Tudo bem era apenas o começo da filial!
Apesar disso, o Makis dispõe de um vasto cardápio com diversas combinações inusitadas, incluindo salmão defumado, truta salmão, temakis quentes, vegetarianos e a exclusividade Flokis (que usa flocos de arroz ao invés de arroz nos temakis). Destaque para as combinações campeãs:
* Mix de peixes Abacate: uma mistura de truta salmão, atum, peixe branco e abacate. Ótimo quando você está na dúvida entre um peixe e outro. Também há a versão sem abacate.
* Crispy Tuna: atum fresco, cream cheese, tabasco e flocos de arroz. Picante.
* Defumado Mix: diferente mistura de salmão fresco defumado, dill, queijo brie e alcaparras. Uma delícia!
* Nachomaki: temaki mexicano de salmão, tabasco e nachos (ou Doritos), que dão uma crocância especial ao temaki. Também picante.
* Shimeji: temaki quente recheado apenas com shimeji na manteiga. Diferente pela temperatura!
* Salmão Cream (não podia faltar o meu predileto): o tradicional salmão com cream cheese e cebolinha, com um toque de gergelim (que é o diferencial!). Sempre peço esse...
Na hora do almoço, vale a dica dos combos, que ficam mais em conta e vêm com uma mini sunomomo e alguns rolls. Ótima pedida.
Os preços são um pouco altos em comparação com outras temakerias e o tamanho dos temakis é normal, sendo possível comer dois por vez, até três dependendo da sua fome. A vantagem é que tem em qualquer lugar, não só em Campinas, mas também em Valinhos e São Paulo (aos montes por lá). E, como já fui em diversos Makis, pude comprovar que a qualidade de todos é bem parecida, sendo que os peixes estão sempre frescos.
Dica para o Makis: investir no treinamento e retenção de seus funcionários, pois parece que estão sempre mudando e a qualidade do serviço prestado deixa sempre um pouco a desejar. O conceito de fast-food não é muito bem compreendido por aqui! Mas, na dúvida, está valendo!
terça-feira, 15 de fevereiro de 2011
Batalha das Temakerias (parte I) – Shoubai Temakeria Cambuí
(Este post era pra ter acontecido em 14/02/2011, por problemas do Blogger não ocorreu!)
Tenho notado que, além dos milhares de restaurantes japoneses que Campinas ganhou nos últimos dois anos, há mais ou menos um ano o fast-food invadiu também este tipo de culinária, nas recém criadas temakerias. Opção rápida e saudável, aberta a qualquer hora (geralmente vão até de madrugada, bem melhor sair da balada e mandar um temaki do que um lanchão cheio de gordura, aff!) esse tipo de restaurante/lanchonete mostra que veio pra ficar. Por isso criei a "batalha das temakerias", onde vou em cada post mostrar a minha percepção das opções campineiras.
Começo mais uma vez pela última percepção: a temakeria Shoubai (Rua Coronel Quirino, 1744 http://www.shoubai.com.br), que já fez aniversário em Campinas e eu não conhecia, até ontem! Ao chegar, já notei a agitação de um domingo a noite, com vários carro estacionados em frente (melhor parar na Rua dos Bandeirantes ou no quarteirão anterior). Ao chegar na porta do Shoubai, só confirmei a lotação esperada: apesar de ser maior que muitas outras temakerias em Campinas, todas as mesas estavam cheias, por sorte uma mesa vagou bem na hora, então nem tivemos que esperar.
Cardápio variado, preços bons (valores começam em cerca R$ 8,00), opções para os que não gostam de comida japonesa (temakis brasileiros, que são feitos com pão folha ao invés de alga), opções vegetarianas, sushis, sashimis, rodízio de temaki e happy hour nos dias de semana. Pra testar, sempre vou no meu preferido: salmão, cream cheese e cebolinha. Já pedi imaginando a demora, pois tinha muita gente! E pra minha surpresa, foi super rápido! (Nota 10 pro atendimento e por seguir o conceito do fast food, que é o que esperamos quando vamos a uma temakeria).
Outra (boa) surpresa: o tamanho do temaki. Gigante! Muito recheio, arroz na medida, alga crocante. Nota 10. Inclusive foi a primeira vez que eu fui em uma temakeria e não pedi o segundo, porque já estava muito satisfeita!
Na hora de ir embora até levei um repeteco pra viagem (não pra mim, pro namorado!) e mais uma surpresa: não cobram embalagem pra viagem. Isso é outro diferencial do Shoubai com relação às outras temakerias que conheço em Campinas. Nota 10 de novo!
E nenhum contra? Quase que o Shoubai ficou sem nenhuma crítica, só vimos na hora de ir embora e até comentamos com o dono: a marca de cerveja oferecida não é das melhores, mas como temaki não combina com cerveja (no meu gosto!), nem vale como crítica!
Parabéns ao Shoubai e voltarei mais vezes com toda certeza!
sexta-feira, 11 de fevereiro de 2011
Voltando às origens - Matsu Cambuí
Firme e forte no projeto do blog, resolvi abordar no post de hoje uma nostalgia...
Um dos restaurantes que eu mais frequentei quando não havia a febre japa em Campinas foi o Matsu do Cambuí (Rua Padre Almeida, 669, http://www.matsurestaurante.com.br/). Tradicional opção em Campinas, o Matsu foi eleito pela revista Veja o melhor restaurante oriental da cidade em 2009. Nessa época, eu já era freqüentadora assídua do Matsu, porém da filial do Taquaral (Rua Paula Bueno, 280), que confesso que deixei de freqüentar depois da abertura da filial do Cambuí. No início, nem dava pra entender como as duas eram do mesmo dono, pois tinham estilos completamente diferentes. Como há muitos anos não vou ao Matsu do Taquaral, prefiro não fazer comentários, só me lembro que era muito diferente! (Quem sabe o blog não é uma oportunidade de me redimir e voltar a freqüentar a unidade?)
Por que ir ao Matsu? Eu ainda acho que o modelo de festival oferecido no Matsu do Cambuí é completamente diferente dos demais restaurantes japoneses, mesmo comparando com a outra filial do Matsu no Iguatemi (Av. Iguatemi, 777), onde fui jantar já tem um tempo e constatei a permanência desta diferenciação. No Matsu do Cambuí, quase tudo está disposto na mesa do buffet, inclusive os sashimis, permitindo escolha livre e ilimitada. Tudo é trocado com freqüência, as barcas sempre estão cheias e frescas. Além dos tradicionais sushis e sashimis, ainda estão no buffet o shimeji, yakissoba, rolinhos primavera, salmão grelhado, guioza, tempura e outros. Destaque para as saladas: além da tradicional sunomomo, saladas frias que misturam salsão, macarrão de arroz, salmão, polvo, lula e outros ingredientes inusitados com temperos deliciosos... Vale reservar espaço no prato! Além de tudo isso, garçons passam servidos gigantes camarões empanados (ok, para o padrão campineiro, 400km da praia, são gigantes). (Água na boca...)
Se parece que terminou (pra mim, depois de umas duas ou três visitas ao buffet, geralmente parou por aí) ainda tem a sobremesa, incluída no festival. Sempre tem salada de fruta e um doce, que pode ser pudim de leite ou pavê de chocolate.
Com relação à infraestrutura, o Matsu não deixa a desejar. Apesar de ser no Cambuí, como fica no final da Padre Almeida num ponto mais tranqüilo e com manobrista na porta, não tem stress pra estacionar. Se puder escolher onde sentar, fique com o jardim (só evite se estiver muito quente). Também gosto bastante do tatame (tem uma sala imensa só de tatames), mas tem o problema de, toda hora que for se servir, é um põe e tira de sapato sem fim... Fuja se estiver numa turma grande.
Desvantagens do Matsu? De cara posso citar o preço. A última vez que fui no Matsu (em um almoço de final de semana) lembro que o valor cobrado passava dos R$ 50 por pessoa. Caro, mas vale a pena para ocasiões especiais...
Um dos restaurantes que eu mais frequentei quando não havia a febre japa em Campinas foi o Matsu do Cambuí (Rua Padre Almeida, 669, http://www.matsurestaurante.com.br/). Tradicional opção em Campinas, o Matsu foi eleito pela revista Veja o melhor restaurante oriental da cidade em 2009. Nessa época, eu já era freqüentadora assídua do Matsu, porém da filial do Taquaral (Rua Paula Bueno, 280), que confesso que deixei de freqüentar depois da abertura da filial do Cambuí. No início, nem dava pra entender como as duas eram do mesmo dono, pois tinham estilos completamente diferentes. Como há muitos anos não vou ao Matsu do Taquaral, prefiro não fazer comentários, só me lembro que era muito diferente! (Quem sabe o blog não é uma oportunidade de me redimir e voltar a freqüentar a unidade?)
Por que ir ao Matsu? Eu ainda acho que o modelo de festival oferecido no Matsu do Cambuí é completamente diferente dos demais restaurantes japoneses, mesmo comparando com a outra filial do Matsu no Iguatemi (Av. Iguatemi, 777), onde fui jantar já tem um tempo e constatei a permanência desta diferenciação. No Matsu do Cambuí, quase tudo está disposto na mesa do buffet, inclusive os sashimis, permitindo escolha livre e ilimitada. Tudo é trocado com freqüência, as barcas sempre estão cheias e frescas. Além dos tradicionais sushis e sashimis, ainda estão no buffet o shimeji, yakissoba, rolinhos primavera, salmão grelhado, guioza, tempura e outros. Destaque para as saladas: além da tradicional sunomomo, saladas frias que misturam salsão, macarrão de arroz, salmão, polvo, lula e outros ingredientes inusitados com temperos deliciosos... Vale reservar espaço no prato! Além de tudo isso, garçons passam servidos gigantes camarões empanados (ok, para o padrão campineiro, 400km da praia, são gigantes). (Água na boca...)
Se parece que terminou (pra mim, depois de umas duas ou três visitas ao buffet, geralmente parou por aí) ainda tem a sobremesa, incluída no festival. Sempre tem salada de fruta e um doce, que pode ser pudim de leite ou pavê de chocolate.
Com relação à infraestrutura, o Matsu não deixa a desejar. Apesar de ser no Cambuí, como fica no final da Padre Almeida num ponto mais tranqüilo e com manobrista na porta, não tem stress pra estacionar. Se puder escolher onde sentar, fique com o jardim (só evite se estiver muito quente). Também gosto bastante do tatame (tem uma sala imensa só de tatames), mas tem o problema de, toda hora que for se servir, é um põe e tira de sapato sem fim... Fuja se estiver numa turma grande.
Desvantagens do Matsu? De cara posso citar o preço. A última vez que fui no Matsu (em um almoço de final de semana) lembro que o valor cobrado passava dos R$ 50 por pessoa. Caro, mas vale a pena para ocasiões especiais...
quinta-feira, 10 de fevereiro de 2011
2011 - Palitando de cara nova!
2010 se foi (já faz mais de um mês!) e 2011 começou (também a mais de um mês!)... Umas das minhas resoluções de ano novo foi retomar os posts do blog com mais frequência e, 40 dias depois do brinde com champagne, nada! Nem um post sequer... Parece até que eu parei de ir nos restaurantes japas!!! E olha que isso não aconteceu! Aliás, do final do ano pra cá até que eu aumentei consideravelmente as minhas idas aos japas...
A falta de tempo (sempre ela) era a desculpa constante... Mas agora, sem emprego "carteira assinada" a uma semana (e muito feliz diga-se de passagem!) estou com mais tempo para me dedicar ao que realmente gosto e escrever é um deles! Ir comer no japa também está na minha lista de preferências... rs
O primeiro passo foi mudar a cara do Palitando, que não havia mudado nada desde que eu abri o blog. O design antigo dele foi feito na brincadeira, só pra ver como funcionava. Agora, com o desenho e o logo já deu outra cara!
Créditos para o desenho: http://www.marcofelix.com.br
Agora é voltar no tempo e atualizar os posts! Com a listinha dos últimos japas que eu fui, vou pôr a resolução de ano novo em prática! Enjoy!
A falta de tempo (sempre ela) era a desculpa constante... Mas agora, sem emprego "carteira assinada" a uma semana (e muito feliz diga-se de passagem!) estou com mais tempo para me dedicar ao que realmente gosto e escrever é um deles! Ir comer no japa também está na minha lista de preferências... rs
O primeiro passo foi mudar a cara do Palitando, que não havia mudado nada desde que eu abri o blog. O design antigo dele foi feito na brincadeira, só pra ver como funcionava. Agora, com o desenho e o logo já deu outra cara!
Créditos para o desenho: http://www.marcofelix.com.br
Agora é voltar no tempo e atualizar os posts! Com a listinha dos últimos japas que eu fui, vou pôr a resolução de ano novo em prática! Enjoy!
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quarta-feira, 29 de dezembro de 2010
Em busca do japa perfeito - parte 03 - Aô (Valinhos)
(Mil anos depois, a história continua!)
... quando uma das minhas amigas ficou sabendo do Aô, restaurante que, segundo a informação que ela recebeu, era o mais novo reduto do nosso querido sushiman Ceará (aquele mesmo do Mori Vinhedo). Sem dúvida alguma, rumamos para lá, conhecer este novo point.
Chegando no Aô (Rua Itália - 442 - Centro - Valinhos - SP - http://www.aosushibar.com.br/), facilmente se estaciona na rua, a rua é movimentada por uma academia e uma igreja. O ambiente do Aô é dividido em três: externo para rua, interno e externo nos fundos. Dica: se estiver em grupo prefira os ambientes externos (caso não esteja frio, porque Valinhos é beeeem mais frio que Campinas). Se estiver em dupla/trio, prefira o balcão no interior do restaurante, assim você pode se deliciar com as maravilhas criativas do Ceará batendo um papo com o pai da criação. Não tem preço!
Falando de preços, compensa muito ir direto no festival, all inclusive, no limits... Quer coisa melhor? O preço também é bem justo, de acordo com o preço dos festivais que você vê por aí.
Sugestões no festival? Para começar: shitake ao invés do tradicional shimeji, tempurá de legumes e bolinho de peixe (divino!). Na hora do sushi, tenho váriaaaaaassss dicas, alguns nomes são de minha criação:
* Big-mac ou sanduba: sim, ele está de volta! Pasta de cream cheese com camarão entre dois pedaços de salmão skin crocantíssimos...
* Hot-rolls: quentinhos, delícia...
* Joe: o tradicional com salmão ao invés da alga...
* Tropicais: misturas insanas com frutas como carambola, abacaxi, morango, laranja, limão...
* Rolinho: sashimi de salmão enrolado com shimeji e molho taré... hmmm (estou ficando com fome!)
* Niguiri de camarão: um camarão perfeito em cima do bolinho de arroz... Affffeee é demais! É diferente de todos os que já comi (quando achei né, é um negócio raro!)
* Couve frita: acompanhamento de diversos sushis, é boa mesmo sozinha!!
Isso sem falar nos sashimis fresquíssimos, incluindo polvo!
E pensar que a sobremesa (tempurá de banana com calda de chocolate ou laranja) ainda está inclusa no preço do festival... Difícil não sair rolando do Aô!!
Ah e tantas outras... Temaki, por exemplo, acho que nunca consegui num festival, de tantas as opções que o Aô oferece, não sobra espaço pro meu queridinho Temaki... Mas tudo bem, vira e mexe eu vou em uma Temakeria!
Bom, é por essas e outras que o Aô é um dos meus restaurantes preferidos... E que vou falar dele constantemente, até porque já tenho um pré-post do cupom do Clube do Desconto que eu usei na semana passada!
... quando uma das minhas amigas ficou sabendo do Aô, restaurante que, segundo a informação que ela recebeu, era o mais novo reduto do nosso querido sushiman Ceará (aquele mesmo do Mori Vinhedo). Sem dúvida alguma, rumamos para lá, conhecer este novo point.
Chegando no Aô (Rua Itália - 442 - Centro - Valinhos - SP - http://www.aosushibar.com.br/), facilmente se estaciona na rua, a rua é movimentada por uma academia e uma igreja. O ambiente do Aô é dividido em três: externo para rua, interno e externo nos fundos. Dica: se estiver em grupo prefira os ambientes externos (caso não esteja frio, porque Valinhos é beeeem mais frio que Campinas). Se estiver em dupla/trio, prefira o balcão no interior do restaurante, assim você pode se deliciar com as maravilhas criativas do Ceará batendo um papo com o pai da criação. Não tem preço!
Falando de preços, compensa muito ir direto no festival, all inclusive, no limits... Quer coisa melhor? O preço também é bem justo, de acordo com o preço dos festivais que você vê por aí.
Sugestões no festival? Para começar: shitake ao invés do tradicional shimeji, tempurá de legumes e bolinho de peixe (divino!). Na hora do sushi, tenho váriaaaaaassss dicas, alguns nomes são de minha criação:
* Big-mac ou sanduba: sim, ele está de volta! Pasta de cream cheese com camarão entre dois pedaços de salmão skin crocantíssimos...
* Hot-rolls: quentinhos, delícia...
* Joe: o tradicional com salmão ao invés da alga...
* Tropicais: misturas insanas com frutas como carambola, abacaxi, morango, laranja, limão...
* Rolinho: sashimi de salmão enrolado com shimeji e molho taré... hmmm (estou ficando com fome!)
* Niguiri de camarão: um camarão perfeito em cima do bolinho de arroz... Affffeee é demais! É diferente de todos os que já comi (quando achei né, é um negócio raro!)
* Couve frita: acompanhamento de diversos sushis, é boa mesmo sozinha!!
Isso sem falar nos sashimis fresquíssimos, incluindo polvo!
E pensar que a sobremesa (tempurá de banana com calda de chocolate ou laranja) ainda está inclusa no preço do festival... Difícil não sair rolando do Aô!!
Ah e tantas outras... Temaki, por exemplo, acho que nunca consegui num festival, de tantas as opções que o Aô oferece, não sobra espaço pro meu queridinho Temaki... Mas tudo bem, vira e mexe eu vou em uma Temakeria!
Bom, é por essas e outras que o Aô é um dos meus restaurantes preferidos... E que vou falar dele constantemente, até porque já tenho um pré-post do cupom do Clube do Desconto que eu usei na semana passada!
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